sábado, 10 de março de 2012

Ao amigo Marco Peixoto


Hoje escutei a entrevista para Rádio Santiago do Conselheiro do Tribunal de Contas, Marco Peixoto. Nela ele relatou o drama que passou com o assalto que sofreu esta semana em Porto Alegre.

Porém destaquei esse trecho:

“... Paulo Pinheiro não consegui dormir esta noite. Me sinto violado, inseguro, machucado. Foi um momento terrível...”

Caro Marco agora sentiu na pele o que teu amigo de churrascada me submeteu, mas com algumas diferenças:

Se tu te sentiste machucado, mesmo sem ter recebido sequer um beliscão, imagina eu que passei duas horas sendo torturado fisicamente e psicologicamente sob a mira de quatro pistolas.

Marco se tu que é um ex-deputado, Conselheiro de Tribunal sente insegurança o que tu deixa pra mim que sou obrigado cruzar toda hora com meu torturador e não poder fazer nada.

Se tu não dormiu uma noite o teu amigo de “comilanças” me deixou acordado por mais de dois meses com medo que ele cumprisse a ameaça de tocar fogo na minha casa com a minha família dentro.

Pensa nisso, caro amigo, e não me leva a mal é apenas uma constatação e um desabafo.